Que o caminho não nos fuja fala-nos sobre viagens. Não de viagens. Ainda que o leitor, na maioria dos contos, seja convidado a conhecer várias épocas e locais, ainda que seja desafiado a manter os pés na terra ou a dar azo à imaginação, esta coletânea fala sobre viagens, não de viagens. Desengane-se quem espera encontrar nesta coletânea percursos leves, pintados a aguarela e sem pedras no caminho. A audácia dos autores foi além disso. Alguns usaram como pano de fundo a linha do tempo e do espaço, transportando o leitor para destinos longínquos: uns há muito desejados pelos protagonistas; outros, inesperados. Contudo, o que se destaca, o que vem à tona, e é transversal a toda a obra, não são as viagens que os personagens se propuseram fazer, mas a jornada interior que cada um enfrentou.
Que o caminho não nos fuja fala-nos sobre viagens. Não de viagens. Ainda que o leitor, na maioria dos contos, seja convidado a conhecer várias épocas e locais, ainda que seja desafiado a manter os pés na terra ou a dar azo à imaginação, esta coletânea fala sobre viagens, não de viagens. Desengane-se quem espera encontrar nesta coletânea percursos leves, pintados a aguarela e sem pedras no caminho. A audácia dos autores foi além disso. Alguns usaram como pano de fundo a linha do tempo e do espaço, transportando o leitor para destinos longínquos: uns há muito desejados pelos protagonistas; outros, inesperados. Contudo, o que se destaca, o que vem à tona, e é transversal a toda a obra, não são as viagens que os personagens se propuseram fazer, mas a jornada interior que cada um enfrentou.